Sempre que me pego distraída, olhando em volta e falando com meus botões, algumas observações irrelevantes, até. Morro de vontade de rir. Mesmo. Eu sei lá por quê causa, razão, motivo, ou circunstância. Mas é engraçado.
Imaginem um diálogo, de duas pessoas, contracenado por uma única. Uma espécie de "Malhação" (onde os escritores fazem um monólogo, e dividem entres os duzentoes e três personagens da novela interminável, que já tá mais pra Saga'), só que ao contrário.
Tá, pode rir. Mas ás vezes acontece sim. Jura que nunca aconteceu com você depois que você fez sete aninhos? Claro que já. Nem que seja, resmingando, ou esbravejando, xingando alguém, ou apenas refletindo, admita, você também fala sozinho.
Hora ou outra você vai perceber.
Droga, eu tenho que achar onde foi que eu perdi meus escrúpulos.
Droga, eu não tou sentindo nem uma pontinha de vergonha em admitir isso.
E por último: [Droga,] eu ainda tenho amigos imaginários.
Nos despedimos aqui.
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2 comentários:
Eu não falo sozinha.
Eu falo com as minhas outras personalidades. Telepaticamente u.u
:D
que simpatia me colocar nos favoritos.
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