Vivemos numa sociedade onde, eu sei, o que importa, é aquilo que temos, em termos materiais, e principalmente, aquilo que temos a mais que os outros. As pessoas “se matam” de tanto trabalhar um mês inteiro, pra poder comprar alguma coisa que a coloque um degrau acima de outra nessa competição frenética e sem sentido. Analise. Veja bem, isso tem sentido?! Não é?!
Somos apenas peões nessa partida infinita de xadrez, onde somos manipulados, como marionetes, por essa força maior, essa tal de ‘influência da sociedade’. Brigamos por mero egoísmo, por não aceitarmos quem tem mais que a gente. Sempre tem quem tenha. Assim como tem quem tenha menos que nós. É uma infinita escada. A cada momento, uns sobem, outros descem, e uns, apenas ficam.
Sei lá, acho que isso não é pra dar nos dedos de ninguém, é mais uma espécie de lembrete pra mim mesmo, pra eu ler daqui a uns anos (talvez não muitos), e lembrar-me desses meus pensamentos hippies, não-materialistas. “Sempre uma pessoa, vale mais que um punhado de dinheiro.”
Se você me vir vendendo artesanato numa esquina da Praia da Pipa, por favor, acene e sorria. :D
3 comentários:
Estamos meio "presos" À essa ciranda de trabalho-dinheiro-compras..
É meio inevitável, vivemos em uma sociedade capitalista em que o que mais se valoriza são mesmo o que a pessoa tem e não o que ela é.
Foda isso mas verdade...
Sorrio com certeza!
E ainda adquiro um de seus produtos. :)
e vender artesanato no brick da redenção? :D
*apedrejada*
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